Oh céus, oh vida, oh azar, isso deu certo!
Quando eu torcia para o Galo do mestre Telê com João Leite, Luizinho, Vander Luiz e Sergio Araújo, sempre assistia ao desenho animado do Lippy Leão, um dos animais consagrados do estúdio Hanna-Barbera. Porém eu gostava mesmo do seu companheiro, Hardy, uma hiena desanimada e catastrófica com seu bordão clássico: Oh céus, oh vida, oh azar! Isso não vai dar certo!
Ele reapareceu para mim no domingo depois da segunda vitória do galo contra o porco no total de dezesseis jogos desde setembro de 21. Entendo o pessimismo do torcedor com as mancadas da diretoria que promete demais e entrega de menos, mas ontem o resultado foi épico! E teremos que espantar essa síndrome de Hardy para os próximos jogos.
Oh céus! O Barba Alvinegra contra o Parmera encontrou e repetiu time base e padrão de jogo. A única alteração foi a entrada do Preciado na função do Cuello, cortado do jogo por contusão. O equatoriano, mais avançado e com liberdade, contribuiu com jogo aéreo e físico. E fez o lançamento primoroso que redundou na jogada do segundo gol do Galo. Finalmente estreou com o manto alvinegro!
Oh vida! Cisse entrou bem no lugar do Maycon, que aguenta só um tempo. Lyanco mandou bem mesmo cambado na esquerda e cadenciou o ritmo de jogo do galo. Natanael tirou todas e num corte surreal mudou a sua posição de lateral direito para traseiro direito. E Everson mostrou que um bom goleiro faz a diferença num jogo truncado.
Oh azar! Galo fez jogadas de ataque em ambos os lados, mas ainda falta tabelas na entrada da área adversária. Apesar dessa ausência de associação no ataque, meu destaque foi o colombiano de Barbacoas, Mateo Cassiera, referência do ataque alvinegro. Durante a partida, girou, segurou a bola e desferiu o chute que retratou no gol do Victor Hugo. Mérito para Victor Carioca que acreditou na entregada do goleiro alviverde.
No final do jogo, depois de tomar um trago de uísque, abracei Hardy, a hiena atleticana, e berrei na sua orelha: Apesar de tudo, deu certo!
Quando eu torcia para o Galo do mestre Telê com João Leite, Luizinho, Vander Luiz e Sergio Araújo, sempre assistia ao desenho animado do Lippy Leão, um dos animais consagrados do estúdio Hanna-Barbera. Porém eu gostava mesmo do seu companheiro, Hardy, uma hiena desanimada e catastrófica com seu bordão clássico: Oh céus, oh vida, oh azar! Isso não vai dar certo!
Ele reapareceu para mim no domingo depois da segunda vitória do galo contra o porco no total de dezesseis jogos desde setembro de 21. Entendo o pessimismo do torcedor com as mancadas da diretoria que promete demais e entrega de menos, mas ontem o resultado foi épico! E teremos que espantar essa síndrome de Hardy para os próximos jogos.
Oh céus! O Barba Alvinegra contra o Parmera encontrou e repetiu time base e padrão de jogo. A única alteração foi a entrada do Preciado na função do Cuello, cortado do jogo por contusão. O equatoriano, mais avançado e com liberdade, contribuiu com jogo aéreo e físico. E fez o lançamento primoroso que redundou na jogada do segundo gol do Galo. Finalmente estreou com o manto alvinegro!
Oh vida! Cisse entrou bem no lugar do Maycon, que aguenta só um tempo. Lyanco mandou bem mesmo cambado na esquerda e cadenciou o ritmo de jogo do galo. Natanael tirou todas e num corte surreal mudou a sua posição de lateral direito para traseiro direito. E Everson mostrou que um bom goleiro faz a diferença num jogo truncado.
Oh azar! Galo fez jogadas de ataque em ambos os lados, mas ainda falta tabelas na entrada da área adversária. Apesar dessa ausência de associação no ataque, meu destaque foi o colombiano de Barbacoas, Mateo Cassiera, referência do ataque alvinegro. Durante a partida, girou, segurou a bola e desferiu o chute que retratou no gol do Victor Hugo. Mérito para Victor Carioca que acreditou na entregada do goleiro alviverde.
No final do jogo, depois de tomar um trago de uísque, abracei Hardy, a hiena atleticana, e berrei na sua orelha: Apesar de tudo, deu certo!

