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PRETO NO BRANCO – Contra tudo, contra todos e contra si mesmo!

AGORA NA COPA DO BRASIL SÓ RESTA AO GALO MOSTRAR PORQUE É CHAMADO O TIME DA VIRADA.

Max Pereira
Max Pereira
Publicado em 6 nov 2026 · 4 min de leitura

Uma conversa de torcedor para torcedor:

“O GALO É O TIME DA VIRADA, O GALO É O TIME DO AMOR!”. Não é exagero afirmar que essa frase nunca definiu um momento da história do Atlético como agora.

Não, não é uma simples e desvairada premonição. É uma profissão de fé. É uma reafirmação do “EU ACREDITO!”. É uma chamada que só o atleticano entende e é capaz de responder, fazendo o que parece impossível se tornar mais que possível.

O Atlético não é e nunca foi apenas um time ou um clube de futebol. O Atlético é e sempre foi muito mais que isso. E também é muito maior do que uma SAF, por mais poderosa e bem-sucedida que conseguisse ser.

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O Atlético é uma entidade na qual a sua torcida é parte de seu DNA. A ATLETICANIDADE é mais do que o simples torcer. É um misto de identificação e pertencimento.

Conforme o grande e saudoso Roberto já descreveu, se durante uma tempestade houver uma camisa preta e branca pendurada em um varal, o atleticano torce contra o vento.

E, não sem razão, a história desse Galo de Gerais, o mais famoso e o mais amado do mundo, mostra que a torcida alvinegra já muito além do torcer, vez que já derrotou o vento mais uma vez.

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Não à toa, pois, a Massa atleticana se tornou a torcida mais temida do futebol brasileiro. Quando cada galista calça as chuteiras dos jogadores alvinegros, os abraça  e joga junto com eles, o Galo se torna um time imbatível.

O jornalista, escritor e ex-diretor de jornalismo de TV Globo, Armando Nogueira, acreano e torcedor do Botafogo d o Rio, já falecido, em um dos seus mais curiosos e polêmicos artigos, comparou o Atlético ao elefante, animal, que segundo ele, só não era o rei dos animais porque não sabia a força que tinha.

Elogio? Para muitos, sim. Não deixava de ser um reconhecimento ao potencial e ao tamanho do Gigante mineiro, ainda que temperado por uma crítica ferina ao Atlético, vez que apontava uma triste incapacidade do clube de conhecer-se a si próprio e, em consequência, de fazer a sua força se traduzir em resultados e em pujança.

Para outros, era um recado curto e grosso: este elefante não pode conhecer a força que possui e, por isso, é o inimigo a ser batido. Aqui, outra lição para o clube e para a sua Massa torcedora.

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É fato que o “EU ACREDITO!” surgiu de uma singular identificação daquele Galo abençoado pelo Bruxo com o desejo sufocado nos corações e nas gargantas atleticanas de conquistar a América e gritar: “É CAMPEÃO!”.

Mas, o que muitos atleticanos talvez não tenham se dado conta é que isto só foi possível graças a um sentimento ímpar, amálgama de uma simbiose entre cada galista e clube que pode ser sintetizado no binômio identidade e pertencimento.

O Atlético vem de 5 derrotas consecutivas mostrando um futebol que gera mais incertezas do que certezas, mais tristezas do que alegrias, mais desconfianças do que confianças e que desacreditar seria o mais natural e óbvio para qualquer torcedor.

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Mas, é aqui que surge o grande desafio que só um atleticano conseguiria arrostar e superar. Dúvida? Pergunte ao vento.

Por isto, de atleticano para atleticano, faço esta chamada que espero seja compartilhada, divulgada e multiplicada: Barba e o os jogadores estão dando tudo o que tem e que, graças ao combo de problemas que vem sacudindo o clube nestes últimos tempos, ainda conseguem dar.

Vamos, portanto, e não importa onde estivermos, abraçá-los, calçar as suas chuteiras e jogar junto com eles. E que se cuidem o vento e o Grêmio.

EU ACREDITO E VC?

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