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16 de abril de 2026

Carlos Vinícius ainda pode assinar com o Atlético? Entenda a situação

Jogador é bem avaliado internamente, mas Atlético não vê posição como prioridade

Em 10 de julho, a janela de transferências volta a ser o centro das atenções nos bastidores do Atlético. Isso porque as necessidades por reforços pontuais são tratadas como prioridade internamente. O Galo vai em busca de duas a três contratações, como confirmou a apuração do ‘Bica Galo’.

Um nome avaliado de forma bastante positiva internamente é o atacante Carlos Vinícius. O brasileiro não seguirá servindo ao Fulham, da Inglaterra, e é um ‘agente livre’ no mercado. Contudo, de acordo com as informações buscadas pelo Bica Galo, a diretoria alvinegra não deve oficializar nenhuma proposta ao atleta.

O Atlético entende que existem outros setores do elenco de Cuca a serem reforçados. Além disso, alguns jogadores do próprio grupo atleticano, que não vem sendo muito utilizados, possam ser mais acionados pelo treinador. Outra situação é mandar a campo atletas de base que vem sendo cada vez mais destaques em suas categorias.

Carlos atuou em maior parte da sua carreira no futebol europeu

Um volante e um meio-campista: esses serão os jogadores que o Galo deverá procurar como opção na janela de transferências. Anteriormente, quando Rodrigo Caetano ainda eram o diretor de futebol do clube mineiro, o estafe de Carlos Vinícius recebeu um contato, que não foi à frente.

Outro fator distancia Carlos Vinícius do Atlético

O ‘Bica Galo’ teve contato direto com pessoas ligadas ao atacante, que descartaram quaisquer tipos de conversas com o Atlético. No entanto, abriu a possibilidade de conversar. Jorge Nicola afirmou que a alta pedida salarial do jogador o afastaria dos planos da alta cúpula atleticana. Informação esta que foi confirmada pela nossa apuração.

Carlos tem um salário muito parecido aos que jogadores como Bernard e Hulk, por exemplo, recebem no Galo. O jogador não estaria disposto a reduzir tanto as cifras, o que inviabilizaria com certa veemência um possível avanço pela contratação do atacante.

Carlos iniciou a carreira como profissional na Caldense, vestindo a camisa do Grêmio Anápolis em seguida. Foram apenas três jogos no Brasil, chamando a atenção do mercado português. No Real SC, fez 20 gols em 39 compromissos, acertando sua ida ao Rio Ave. Por lá, balançou as redes em 14 oportunidades nas 20 partidas que jogou.

Já adquirido pelo Napoli – clube por qual jamais defendeu, foi cedido ao Mônaco. Foram 16 aparições e dois tentos. Já pelas duas temporadas seguintes, cravou 24 vezes em 49 jogos pelo Benfica. Em 2020, pelo Tottenham, somou 10 gols. Pelo PSV, atuou em 38 momentos, marcando sete. Em três passagens pelo Fulham, acumulou 52 partidas, cravando oito bolas.