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Galo repete feito histórico de 2013 e 2014 e alcança marca impressionante em 2026

Com cinco capítulos de superação em mata-matas, Atlético já igualou número registrado nas temporadas que marcaram a história do clube

Rian Vinícius
Rian Vinícius
Publicado em 24 set 2026 · 4 min de leitura

Em sua história, o Atlético sempre foi marcado por momentos de superação, principalmente quando nada parecia dar certo. Isso ficou explícito entre os anos de 2013 e 2014, quando o Galo protagonizou viradas épicas que culminaram nos títulos da Copa Libertadores e da Copa do Brasil. Em 2026, essa história voltou com tudo.

Em menos de nove meses, o Atlético já coleciona cinco momentos de superação em mata-matas, igualando a marca que marcou aqueles dois anos históricos. E, em todos eles, o gol decisivo apareceu nos minutos finais.

O primeiro capítulo aconteceu em maio, contra o Ceará, pela Copa do Brasil. Com um jogador a menos desde os três minutos e perdendo por 2 a 0, o Galo buscava um milagre para levar a decisão aos pênaltis. Nos acréscimos, Kauã Pascini marcou e manteve o Atlético vivo. Nas penalidades, Everson brilhou e garantiu a classificação.

Em agosto, foi a vez de Alan Minda. Contra o Juventude, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, o jogo caminhava para os pênaltis quando, no último lance da partida, o equatoriano marcou e colocou o Galo nas quartas de final.

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Poucos dias depois, pela Sul-Americana, outro roteiro de emoção. Contra o Bragantino, o Atlético perdia por 2 a 1 no jogo de volta das oitavas e estava a poucos minutos de levar a decisão para os pênaltis. Nos acréscimos, Tomás Cuello apareceu para marcar o gol do empate e confirmar a classificação atleticana.

No clássico contra o Cruzeiro, pelas quartas de final da Copa do Brasil, o roteiro se repetiu. O Galo precisava da vitória para avançar, mas saiu atrás no placar. Aos 43 minutos do segundo tempo, Fred marcou o gol da virada e colocou o Atlético nas semifinais.

Mas talvez o maior exemplo dessa característica em 2026 tenha acontecido contra o Santos, pela Sul-Americana. Depois de perder por 2 a 0 na Vila Belmiro, o Atlético precisava vencer por três gols de diferença para avançar diretamente. O Galo igualou o placar, mas sofreu o segundo gol santista e viu a classificação escapar novamente. Até que, nos acréscimos, Cuello apareceu mais uma vez. O argentino marcou o quarto gol, igualou o placar agregado e levou a decisão para os pênaltis. Gabriel Delfim defendeu três cobranças e garantiu o Atlético na semifinal.

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Galo iguala números somados de 2013 e 2014

No ano da conquista da Libertadores, foram três momentos emblemáticos. Contra o Tijuana, pelas quartas de final da Libertadores, Victor defendeu um pênalti nos acréscimos e evitou a eliminação do Atlético.

Na semifinal, diante do Newell’s Old Boys, Guilherme marcou aos 50 minutos do segundo tempo, levando o confronto para os pênaltis.

Na decisão contra o Olimpia, Leonardo Silva marcou aos 41 minutos da etapa final para levar a partida à prorrogação e, posteriormente, aos pênaltis, onde o Galo conquistou o título continental.

Em 2014, pela Copa do Brasil, a história ganhou mais dois capítulos. Primeiro, o Atlético reverteu uma desvantagem de 2 a 0 contra o Corinthians e venceu por 4 a 1 no Mineirão, com Edcarlos marcando aos 41 minutos do segundo tempo o gol que confirmou a classificação para a semifinal da Copa do Brasil.

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Depois, novamente no Mineirão, o Galo repetiu o placar contra o Flamengo após sair atrás no confronto. Dessa vez saindo dos pés de Luan, aos 39 minutos da etapa final, o Atlético avançou para a final da competição, culminando no título em cima do rival.

 

 

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