A disputa da Copa do Mundo, que começa na próxima quinta-feira (11), pode trazer benefícios não apenas para as seleções participantes, mas também para os clubes que cederem atletas ao torneio. No caso do Galo, a presença de jogadores convocados pode representar uma receita milionária aos cofres alvinegros.
Atualmente, o Galo conta com quatro atletas que foram convocados por suas respectivas seleções: o zagueiro Junior Alonso, do Paraguai, e o trio equatoriano formado por Ángelo Preciado, Alan Franco e Alan Minda. Embora Alonso já tenha admitido que deixará o Atlético no meio do ano, o defensor paraguaio ainda possui vínculo com o clube e não assinou a rescisão contratual.
A remuneração ocorre por meio do Programa de Benefícios aos Clubes, criado pela Fifa para compensar as equipes que liberam jogadores para a principal competição de seleções do planeta. O pagamento é calculado com base no número de atletas convocados e no período em que eles permanecem à disposição de seus países durante o Mundial.
Segundo a entidade máxima do futebol, o valor mínimo previsto é de 5 mil dólares por jogador a cada dia de participação na competição. Ao todo, a Fifa reservou 250 milhões de dólares para serem distribuídos entre os clubes que tiverem representantes no torneio.
Nesse cenário, o Atlético precisaria torcer por boas campanhas de ambas as seleções para maximizar a quantia a ser recebida. Caso Paraguai e Equador alcancem a final da Copa do Mundo, por exemplo, o Galo poderá faturar até R$ 3,9 milhões. O valor definitivo, entretanto, dependerá do número de dias em que cada atleta permanecer vinculado à sua respectiva seleção ao longo da competição.